terça-feira, 2 de abril de 2013

Mitos e verdades sobre as celulites


Quando o assunto é celulite, não existe mulher que não se sinta envolvida ou não se identifique com a crise dos furinhos indesejados. As celulites são identificadas em alterações do relevo da pele, sendo mais visíveis nas nádegas e nas coxas, aonde o acúmulo de gordura nos glúteos é mais comum. Elas denunciam principalmente a má circulação sanguínea e linfática no local aonde surgem.

Por todos esses motivos, nós, mulheres, temos todo o direito de querer ficar o mais longe possível do assunto. A não ser que ele esclareça um pouquinho sobre elas e ajude o sexo feminino a se ver livre desse incômodo. A fisioterapeuta dermatofuncional Ingrid Peres, responsável pela rede Onodera, explica que as celulites geralmente estão relacionadas a fatores hormonais, sedentarismo ou má alimentação. Para ajudar a tirar algumas dúvidas, Ingrid explica quais são os principais mitos e verdade deste grande incômodo.

Verdades
:
  • Beber bastante água ajuda no combate contra as celulites;
  • Bebidas com gás podem contribuir para o surgimento da celulite porque contêm muito sódio, gerando retenção de líquido no organismo;
  • A ação dos produtos anticelulite é potencializada se combinados com exercícios físicos aeróbicos;
  • O uso de calça jeans e roupa muito apertada pode causar celulite, pois as roupas apertadas comprimem a região, diminuindo a circulação local, o oxigênio e a nutrição tecidual;
  • Drenagem linfática é um bom remédio. O procedimento ajuda a reduzir a quantidade de líquido entre as células e os septos, reduzindo o edema;
  • Quem tem tendência a desenvolver vasinhos e varizes nas pernas, tem maior probabilidade de apresentar celulite por conta do rompimento da circulação;
  • Salto muito alto também prejudica, pois dificultar a circulação.

Mitos
:
  • Apenas as mulheres acima do peso têm celulites;
  • Não adianta fazer esfoliação (se você usar uma bucha vegetal no banho e fazer uma esfoliação uma vez por semana já ajuda a reduzir a celulite);
  • Homens e crianças não são atingidos pelo problema;
  • Apenas malhação pesada acaba com a celulite (na verdade, os exercícios que reduzem ou eliminam a celulite de forma mais eficaz são os aeróbios, como caminhada, corrida, bicicleta, hidroginástica e natação);
  • Emagrecimento leva a celulite embora (existem casos em que a celulite é hereditária);
  • Lipoaspiração resolve celulite (a técnica remove apenas gordura).

Conheça os 4 piores tipos de alimentos para sua saúde

Muita gente passa boa parte da vida fazendo dietas e a maioria já sabe que alimentos frescos, frutas, legumes e proteínas magras são alimentos mais saudáveis. Mas nem tudo que reluz é ouro. Alguns alimentos considerados indispensáveis podem não ser tão funcionais como aparentam. Por isso, antes de reabastecer a geladeira e a despensa, é bom saber quais tipos de alimentos não devem ir para o seu prato. O site Fit Sugar foi mais longe e consultou um time de especialistas para selecionar os piores alimentos para o ser humano. Confira quais são e por que devem ser evitados: 

Laticínios 

"Esta é a primeira coisa que digo para meus pacientes pararem de comer", afirma a nutricionista Kimberly Snyder, autora do livro The Beauty Detox Solutlon. Além de ser uma comida alergênica, Kimberly afirma que os laticínios deixam resíduos de ácido no corpo que podem enfraquecer os ossos. "A natureza não previa que os humanos fossem tomar leite de outras espécies, especialmente até a idade adulta. Isso é contra a lei da natureza, por isso causa problemas", defende a nutricionista. Kimberly orienta seus clientes a procurar os nutrientes do leite, como o cálcio, em outros alimentos vegetais. 

Reprodução


Carboidratos refinados 

A nutricionista Melissa Costello, autora do Karma Chow Ultimate Cookbook, aconselha aos clientes que fiquem longe deste tipo de alimento. "Eles não fazem nada para nos alimentar nutricionalmente ou espiritualmente. Os carboidratos refinados (farinhas brancas) sugam nossa energia vital, e precisamos de força e energia para lidar com os compromissos do dia a dia", defende Melissa. 

Alimentos açucarados 

Não são apenas os doces industrializados que devem ser evitados. A adição de açúcar está em toda parte, mesmo nos alimentos que você menos espera, em produtos processados, molhos e condimentos. Por isso, a nutricionista Erin Palinski afirma que é importante evitar comidas que possam esconder açúcar lendo os rótulos. "O excesso de açúcar pode elevar os níveis de insulina, levando ao aumento de armazenamento de gordura na região abdominal. Isso também leva a níveis elevados de triglicérides, e ainda a resistência à leptina, o que pode aumentar o risco de obesidade, bem como certos tipos de câncer, como o de mama", afirma Erin. A nutricionista aconselha o consumo de pão integral e bebidas adoçadas com açúcares naturais. 

Alimentos com aditivos artificiais 

Segundo a nutricionista Cynthia Sass, autora do livro S.A.S.S. Yourself Slim, estes aditivos são poluição para o corpo e indica o consumo de alimentos integrais. "Alimentos orgânicos e integrais fornecem nutrientes que nos mantém funcionais e preservam nossos tecidos, músculos, ossos e células do sistema imunológico", garante Cynthia. (Fonte: Terra)

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--1-20130401&tit=conheca+os+4+piores+tipos+de+alimentos+para+sua+saude

Veja dicas para escolher uma boa frigideira

Práticos e indispensáveis, os modelos antiaderentes ainda são a melhor opção na cozinha; saiba como comprar a sua sem errar

Não tem jeito... Mesmo controversas as frigideiras antiaderentes ainda são a melhor opção na cozinha. Como o alimento não gruda, é possível usar menos óleo e reduzir a quantidade de gordura dos alimentos. Além disso, elas garantem omeletes e panquecas perfeitas. 

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Essas e outras vantagens tornam a frigideira antiaderente um item indispensável na cozinha. Mas é preciso atenção na hora de comprar uma frigideira antiaderente: ela não pode ser daquelas baratinhas, que descascam à medida que você vai lavando. Pode até doer no bolso, mas as boas são mesmo caras. O ideal é que a frigideira tenha fundo triplo, que distribui o calor por igual. O melhor cabo é o de inox, que não derrete e pode ir ao forno (isso porque, se o frango grelhado está pronto, mas as crianças ainda não estão à mesa, a melhor maneira de mantê-lo aquecido é no forno, na própria frigideira). 

Outro ponto: se possível, compre uma frigideira com todas essas características e que ainda tenha tampa. É bem útil. Por último, até na cozinha menos é sempre mais: em vez de comprar um jogo de frigideiras, é melhor ter uma única, boa. São mais caras, mas valem a pena. 

Desvantagem 

A principal desvantagem do material antiaderente é que risca com muita facilidade. Para evitar o problema, utilize apenas colheres e espátulas de plástico ou de madeira e jamais lave com esponjas abrasivas, que danificam a camada antiaderente. 

Dica 

Antes do primeiro uso, unte com um pouco de óleo e leve ao fogo até esquentar. Este procedimento irá cozer o antiaderente garantindo um melhor desempenho. 

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-33--39-20120425&tit=veja+dicas+para+escolher+uma+boa+frigideira

Conheça vantagens e desvantagens de cada tipo de panela

A escolha da panela pode fazer toda a diferença no resultado da sua receita. Alguns materiais retêm o calor por mais tempo e são perfeitos para o preparo de cozidos; outros chegam a ressaltar o sabor dos alimentos. Além disso, a matéria-prima de cada panela tem propriedades diferentes que podem influenciar positiva ou negativamente no tempo de preparo e até nos valores nutricionais do alimento a ser preparado. 

Na hora de escolher qual a melhor panela para preparar os seus alimentos é importante conhecer as diferenças e saber quais são as vantagens e as desvantagens de cada material para extrair o máximo de benefício, tanto para a saúde da sua família quanto para a preservação do produto. 

Em meio a tantos modelos e materiais disponíveis, escolher a panela certa é quase um desafio. Mas, se você quer tirar de letra essa tarefa, confira as vantagens e desvantagens dos principais tipos de panelas utilizadas no Brasil: 

Divulgação


Panela de ferro 

Muito popular antigamente, o uso da panela de ferro hoje em dia já não é tão comum, mas as vantagens que elas possuem em comparação com as demais ainda são válidas. 

Para cozinhar feijão, lentilha e carnes grelhadas, essa panela é ideal, pois ela consegue absorver o calor constante e manter a temperatura sempre alta. 

Também apresentam boa durabilidade, preço baixo e, segundo especialistas, seu uso regular pode reduzir o risco de anemia e deficiência de ferro. No entanto, o armazenamento de alimentos em panelas desse tipo não é recomendado como forma de evitar a alta concentração da substância nos alimentos. 

Panela de alumínio 

Por ser vendida a um preço mais acessível, esse tipo de panela é um dos mais utilizados. Fácil de manusear e com aquecimento rápido, tem como desvantagens o fato de poder transferir alumínio para os alimentos, o que é prejudicial à saúde e pode diminuir o valor nutricional dos alimentos. Além disso, existe uma suspeita ainda não comprovada de que a liberação de alumínio nos alimentos possa estar associada a doenças como o Alzheimer. 

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Panela de aço inox 

Este material não apresenta riscos tóxicos, mas resíduos de níquel que podem existir quando a panela ainda é nova, exige que antes de começar a utilizar, a panela seja fervida algumas vezes para eliminar qualquer resíduo dessa substância. A presença de níquel pode favorecer o desenvolvimento de alergias, distúrbios renais e hepáticos, cefaleias e uma série de outras doenças. 

Panela de pedra-sabão 

As panelas feitas desse material são naturalmente antiaderentes. Elas cozinham o alimento de maneira mais lenta e mantém o aquecimento por um período maior. As desvantagens são o seu peso, que dificulta o manuseio e a fragilidade. Armazenar alimentos nesse tipo de recipiente não é aconselhável, pois pode haver liberação de níquel. 

Panela de teflon 

Uma das principais vantagens das panelas antiaderentes é a menor quantidade de óleo a ser utilizada no preparo de alimentos. O teflon é o material que reveste a panela e impede que o alumínio ou o ferro sejam transferidos para o alimento. No entanto, seu manuseio incorreto pode fazer com que surjam riscos ou arranhões no teflon que podem contaminar os alimentos. Neste caso, a dica é que sejam utilizados utensílios, como colheres de silicone, que não riscam a panela. Na hora da lavagem também não deve ser utilizadas esponjas de aço. O mesmo vale para as panelas esmaltadas. 

Panela de vidro 

Esse tipo de panela é atóxica e essa é a sua principal vantagem. Em contrapartida, para utilizá-la é necessário muito mais atenção, já que o material esquenta muito mais rápido, o que pode fazer com que passe do ponto e queime com mais facilidade. Os preços das panelas de vidro também costumam ser mais elevados em comparação às demais. 

Panela de barro 

As tradicionais panelas de barro podem ser utilizadas tanto sobre a chama quanto dentro do forno. Há quem diga que elas são insuperáveis em manter o sabor dos alimentos. Elas cozinham mais lentamente, mas ao mesmo tempo mantém o aquecimento por um período maior. A desvantagem, além do preço elevado, é que são pesadas e os alimentos grudam com facilidade. 

Agora que você já sabe quais são as principais diferenças, fique atenta à manutenção observando a maneira certa de efetuar a limpeza, de armazenar e também quais utensílios devem ser utilizados na limpeza da sua panela. (Fonte: Dicas de Mulher) 

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-33--2-20130401&tit=conheca+vantagens+e+desvantagens+de+cada+tipo+de+panela

Confira 9 truques que ajudam aliviar as cólicas do bebê

O primeiro trimestre de vida dos bebês costuma ser um período de grande aprendizado para a mãe de primeira viagem. Calor, frio, coceira, fome, tudo é motivo para choro e para desespero dos pais. Quando a criança está trocada e já mamou, é comum culpar a cólica pelo inconveniente. "A cólica é muito comum nesta fase porque o sistema digestivo ainda não está pronto, os movimentos peristálticos (que empurram o alimento através do tubo) ainda são desordenados", afirma o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além disso, o especialista lembra que há muita formação de gases. Eles surgem porque, quando o bebê mama, acaba engolindo ar ou por causa da fermentação, mais acentuada ainda na digestão do leite de vaca. 

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Colocar o bebê de bruços e fazer massagem no abdômen aquece a região e favorece a movimentação intestinal, aliviando a dor


Restringir à dieta ao leite materno nos primeiros seis meses de vida (fase de amadurecimento do sistema digestivo e de cólicas mais fortes) é o primeiro passo para acalmar seu bebê. Mas nem sempre isso é suficiente e são necessários outros recursos para aliviar a dor. Até poucos meses uma destes recursos adicionais era a funchicória, um fititerápico composto por folhas de chicória, raiz de ruibarbo e flores de funcho e que prometia dar fim ao problema. Entretanto, a fórmula foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em abril desse ano. 

"Além dos extratos de plantas, a funchicória possui sacarina, um adoçante muito usado por adultos com diabetes e que pode ter efeitos graves nos bebês", afirma o pediatra. De acordo com ele, nenhum estudo conseguiu comprovar o benefício da funchicória no combate à cólica, mas existem várias pesquisas identificando os efeitos nocivos da sacarina, principalmente no desenvolvimento de câncer. "A ação calmante da funchicória tem relação com a sacarina, que estimula a liberação do neurotransmissor serotonina (gatilho natural de bem-estar)". Para substituir a fórmula de efeito duvidoso, especialistas indicam nove truques saudáveis para livrar seu bebê da cólica. Anote: 

Dê de mamar no seio 

O pediatra conta que essa é uma das maneiras mais eficazes de evitar as cólicas nos bebês. "O encaixe da boca da criança ao seio da mãe é muito melhor que ao bico da mamadeira", explica. Essa vedação faz com que o bebê engula menos ar durante a amamentação, reduzindo a formação de gases. Além disso, o leite materno também fermenta menos no sistema digestivo do recém-nascido em comparação com o leite de vaca. 

Dieta da mãe 

Mães de bebês com cólicas frequentes devem evitar alimentos com temperos muito fortes. Algumas substâncias presentes nos alimentos podem passar para o leite materno e chegar ao sistema digestivo do bebê, gerando cólicas. Evite brócolis, couve-flor, repolho e cebola, pois apesar de serem ricos em nutrientes, podem alterar o sabor do leite e causar desconforto e irritação ao bebê. Leite e derivados (queijos, iogurtes e até a manteiga) podem causar reações alérgicas no bebê, manifestadas de minutos a horas após a mamada, com sintomas como diarreia, irritações de pele, desconforto e gases. O chocolate, por conter cafeína e estimular a liberação de serotonina, também pode causar irritabilidade e aumentar os movimentos intestinais do bebê. Carnes vermelhas, por serem digeridas mais lentamente, podem ocasionar gases. E as leguminosas - feijões, grãos, favas e lentilhas, apesar de serem bastante nutritivas, podem ocasionar formação de gases. 

Banho morno 

Um banho morno, mais para quente, acalma o bebê. A temperatura amena relaxa o corpo todo, até o sistema digestivo, que passa a sofrer menos com os movimentos peristálticos irregulares. "Esses movimentos no bebê estão presentes em dois sentidos, tanto da boca em direção ao ânus quanto do ânus em direção à boca", explica Sylvio Renan. "Evite essas contrações dolorosas com a água morna, mesmo se a cólica vier de madrugada", afirma o pediatra. Para isso, vale deixar um kit-banho preparado se surgir uma emergência e ter um aquecedor no quarto para o bebê não se assustar com o choque térmico. 

Segure de bruços 

Faça o famoso aviãozinho com o seu filho: segure o bebê de bruços, apoiando seu braço embaixo da barriguinha dele. Os bebês adoram essa posição diferente do tradicional e o aquecimento na barriga ameniza a dor. Também vale deitar o bebê de bruços na cama ou no berço, sempre com o cuidado de deixar o rosto livre para respiração. 

Coloque o bebê para arrotar 

Essa prática faz com que os gases, causadores das cólicas, saiam do estômago da criança e sejam eliminados. Isso ajuda a amenizar as dores, mas não deve ser tratado como regra. "Se a criança não arrotar em cinco minutos, a mãe pode deitá-la sem problemas", afirma Sylvio Renan. 

Movimente o bebê 

Quanto um adulto tem o intestino preso, o médico recomenda uma caminhada para estimular o funcionamento. Como o bebê não anda, flexione as perninhas dele em direção ao peito e movimente, como se ele estivesse pedalando uma bicicleta imaginária. O exercício manda embora os gases que provocam o desconforto. 

Massagem 

Uma boa massagem no abdômen do bebê, além de aquecer a região e aliviar a dor, favorece a movimentação intestinal, além da eliminação de gases e fezes. Faça movimentos circulares ao redor do umbigo no sentido do relógio. 

Mantenha o bebê aquecido 

Bolsas de água quente e até o aquecimento com cobertores ajudam a aliviar a cólica, principalmente porque o bebê relaxa o corpo todo e acaba com a tensão também do tubo digestivo. 

Use outros remédios 

Ainda existem outros medicamentos que podem ser usados para reverter as cólicas nos bebês. O pediatra Jorge Huberman recomenda o uso de antigases, como a dimeticona. Mas administre esses medicamentos apenas com recomendação médica, evitando efeitos colaterais que podem prejudicar a saúde e o desenvolvimento do seu bebê. (Fonte: Minha Vida, Saúde, alimentação e Bem-estar) 

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--52-20120725&tit=confira+9+truques+que+ajudam+aliviar+as+colicas+do+bebe

Veja sete dicas para regular o intestino do seu bebê

Por estar em período de transformação e adaptação, o intestino do bebê é mais frágil e requer muito mais atenção que o de um adulto. Problemas como intestino preso, fezes ressecadas e gases são muito mais frequentes. "É importante que pais e médicos observem como costuma ser o funcionamento do intestino, pois cada criança tem o seu próprio ritmo", explica a nutricionista Fernanda Granja, especialista em nutrição materno-infantil, de São Paulo. 

Se o seu bebê apresentar problemas intestinais ou alteração no número e no aspecto das evacuações, especialistas recomendam alterar a alimentação para que a digestão seja novamente regulada. Confira essa e outras dicas de profissionais da saúde para que o seu filho fique livre de desconfortos. 

Observe seu bebê 

"O recém-nascido evacua cerca de oito vezes por dia e, com o tempo, esse número diminui para duas ou três evacuações diárias", explica Andréia de Avelar, nutricionista especialista do Minha Vida, de São Paulo. "As fezes do bebê que recebe leite materno geralmente são mais claras e pastosas". 

Se o seu bebê estiver com o abdômen distendido, fizer muita força para evacuar ou chorar muito com as cólicas, ele pode estar com o intestino preso. Número de evacuações maior do que o normal e fezes amolecidas indicam desarranjo intestinal. 

Alimentos que ajudam a regular o intestino preso 

Alguns alimentos, ricos em fibras naturais, melhoram a obstipação. Frutas laxativas (mamão, laranja com bagaço, ameixa preta, tangerina e banana-nanica), vegetais de folha cozidos (escarola, almeirão, brócolis e couve), quiabo, vagens, feijão, lentilha, aveia e farelo de trigo, são alguns exemplos que ajudam a soltar o intestino preso. 

Se o bebê já tiver com quatro meses de idade, a mãe pode oferecer sucos laxativos. A nutricionista Andréia de Avelar dá a receita: laranja lima, mamão, ameixa preta e farinha de linhaça. Bata tudo no liquidificador e ofereça ao bebê quando ele estiver obstipado. Para os bebês que tomam leite em pó ou de fórmula, a mãe pode ferver água filtrada com duas ou três ameixas, coar e depois preparar o leite com essa água. 

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Alimentos reguladores do intestino solto 

Para regular o intestino solto, pode-se oferecer sucos coados de maçã, pera ou goiaba. Também vale fazer sopas com batata, mandioquinha, mandioca, macarrão, cará ou inhame. 

A nutricionista Simone Freire, doutoranda em comportamento do consumidor pela Unifesp, lembra que o creme de arroz, administrado junto com o leite, pode minimizar os efeitos da diarreia. 

Evite a flatulência 

Se o bebê estiver com muitos gases, evite oferecer leguminosas - como feijão, ervilha, lentilha e grão de bico. "O açúcar também deve ser diminuído ou retirado da dieta, pois ele causa fermentação e distende o abdômen", explica Simone Freire. 

Cólicas 

O choro é o principal sinal de que o bebê está com cólica. A nutricionista Fernanda Granja orienta observar em que horário surgiu a cólica e qual foi o último alimento ingerido. Evite refrigerante, café, alho e, em alguns casos, a retirada de leite e derivados também ajuda. Mesmo assim, alguns bebês podem continuar a apresentar cólicas até os quatro ou cinco meses de vida. "Isso se deve ao amadurecimento do sistema digestivo da criança, é normal", afirma a nutricionista Andréia de Avelar. 

Atenção ao leite 

Com o fim da licença maternidade no trabalho, muitas mães começam a introduzir outros tipos de leite na dieta do bebê por facilidade. "Mas essa mudança deve ser feita com muito cuidado, pois é importante observar a reação a cada tipo de fórmula", recomenda Simone. 

Reações alérgicas são comuns nessa fase. O leite, quando inadequado à criança, pode causar muita flatulência, obstipação ou diarreia. É importante observar a diluição destas fórmulas industrializadas. "Muitas mães tendem a fazer um leite mais forte, mas isso diminui a ingestão de água e as fezes ficam ressecadas", explica Simone. 

Outras técnicas 

"Deixar o bebê solto, se movimentando livremente, ajuda na regulação do intestino", conta Fernanda Granja. Massagens na região abdominal e movimentação das perninhas também podem ajudar a eliminar os gases. Por fim, um banho com água morna pode ajudar a criança a relaxar. (Fonte: Minha Vida, Saúde Alimentação e Bem-estar) 

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--3-20130401&tit=veja+sete+dicas+para+regular+o+intestino+do+seu+bebe

Saiba as diferenças entre o cabelo repicado e o desfiado

Cortes de cabelo diferentes não faltam para deixar a mulherada em dúvida. Formato do rosto, cor do cabelo, comprimento dos fios, são alguns dos fatores que devem ser pensados na hora de dar aquela renovada no visual. Há quem pense que os cabelos repicados e desfiados são exatamente iguais, mas não são! Por mais que sejam parecidos, em cada cabelo é possível conseguir um efeito diferente, seja bom ou ruim. 

Segundo a cabeleireira Malu Alves, do salão Jolie Studio de Beleza, no Rio de Janeiro, em entrevista para o Dicas de Mulher, explica que a principal diferença entre o repicado e o desfiado é que o primeiro fica com efeitos de camadas mais definidas, enquanto o segundo é um corte mais desconectado, com efeito de 'rasgado'. 

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Veja dicas para usar as técnicas em cada tipo de cabelo: 

Longos: Quem tem esse comprimento de cabelo, pode optar por cortes em camadas longas para distribuir o volume, ou então, o corte desfiado, para reduzir o volume. 

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Curtos: Nos cabelos curtos todos os cortes podem ser feitos, desde que o tipo de fio seja respeitado. 

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Volumosos: Este tipo de cabelo pode ser usado tanto no repicado como no desfiado. O tipo de camada é que irá definir se dará mais volume ou se o volume ficará distribuído. Se a pessoa não quer tanto volume, escolha o desfiado. 

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Finos: Os cabelos mais finos e pouco volumosos não podem ser muito desfiados. Nesse tipo de cabelo, o mais adequado é usar um corte em camadas longas para conseguir mais volume e movimento. 

A técnica do repicado e do desfiado se mantém em alta desde muito tempo. São cortes que fazem a cabeça das mulheres, e, dificilmente sairão de moda. Tanto para cabelos lisos como para cacheados, podem ser usados conseguindo efeitos incríveis! Em todo caso, procure sempre um profissional para te ajudar a escolher qual técnica funcionará melhor para você. Se você está insegura, melhor ainda, ele sabe bem o que combina com seu dia a dia e seu tipo de rosto. 

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"Às vezes a cliente tem uma certa resistência em mudar o visual, mas deve confiar no profissional, que tem uma formação, que conhece bem o cabelo dela, que sabe o que fica melhor. Muitas vezes nós, profissionais da beleza, vemos que uma mudança naquela pessoa daria um up", afirma a cabeleireira. 

Não esqueça que para manter os cabelos sempre bonitos, é preciso voltar ao salão no máximo a cada três meses e usar sempre produtos para seu tipo de cabelo. (Fonte: Dicas de Mulher)

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--1-20130401&tit=saiba+as+diferencas+entre+o+cabelo+repicado+e+o+desfiado